Descortinar interiores

R$ 30,00

DESCORTINAR INTERIORES ISBN – 978-65-87788-21-0. Autor: Admir Zanella. O Artífice. Gênero: Literatura brasileira; poesia; poesia contemporânea. 112 pág. R$ 30,00.

É através destes poemas que o autor, Admir Zanella, nos deixa uma lição e um apelo à atenção. O verdadeiro conhecimento está sempre escondido atrás de uma cortina que nos impede de ver a verdadeira razão. Quem sabe qual é o motivo do que nos aconteceu? Quem tem a capacidade, através da experiência – a melhor forma de aprender – de ver o que foi? Será que é a poesia, sem dúvida uma arte, aquela que nos mergulha nas profundezas das circunstâncias?

Muitas questões surgem ao se ler estas páginas que, a partir de palavras simples, nos transmitem sentimentos complexos. Não é fácil, e daí o mérito do autor, levar-nos a abrir aquelas cortinas para descobrir que o amor, escrito assim, em letras minúsculas, é o mais importante detrás delas. É o amor, aquilo que não podemos explicar em palavras, mas que no final é o motivo de todas as coisas. É a partir dos poemas que o amor vem nos abrir os olhos.

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Descrição

É através destes poemas que o autor, Admir Zanella, nos deixa uma lição e um apelo à atenção. O verdadeiro conhecimento está sempre escondido atrás de uma cortina que nos impede de ver a verdadeira razão. Quem sabe qual é o motivo do que nos aconteceu? Quem tem a capacidade, através da experiência – a melhor forma de aprender – de ver o que foi? Será que é a poesia, sem dúvida uma arte, aquela que nos mergulha nas profundezas das circunstâncias?

Muitas questões surgem ao se ler estas páginas que, a partir de palavras simples, nos transmitem sentimentos complexos. Não é fácil, e daí o mérito do autor, levar-nos a abrir aquelas cortinas para descobrir que o amor, escrito assim, em letras minúsculas, é o mais importante detrás delas. É o amor, aquilo que não podemos explicar em palavras, mas que no final é o motivo de todas as coisas. É a partir dos poemas que o amor vem nos abrir os olhos.

Dois livros em um. É só virar, e, do outro lado…

A poesia tem alicerces próprios, ritmos difusos, imagens metafóricas, com ou sem rima, mas a pausa e o contraponto são setas fundamentais para que ela seja apreciada. Essas são as ferramentas elegidas pelo poeta Admir Zanella, em seu novo livro, O desvio da flecha, que traz em si, com pitadas de ironia refinada e indagações no seu jogo de linguagem de mostrar e esconder: “Flechar poemas é desviar sentimentos arqueados por dentro”. Na velocidade de uma seta, tensionada pelo arco, dispara: “O norte do começo é vida, depois vem trabalho e chega a morte. Não conheço outra lida, nem baralho que embaralhe tão má sorte”.

Portanto, a metáfora assume função que não é apenas ornamento em seus poemas, demonstra um código próprio, a forte voz autoral de Admir. Sua flecha tangencia o que é dito além do significado, no que parece descompasso, assimetria e conduz ao pensar: “A vida bate, na sábia arte de preparar, ensinar, fortalecer. O amor debate antes do embate, ao tentar evitar o combate e o sofrer”.

O autor brinca com a transposição de sentidos, do tempo e espaço, da ação, como convém a um texto estimulante. O poeta faz o leitor participar da construção narrativa para que reflita diante de curiosas escolhas e combinações. Ao jogar com a lógica, com bom humor e provocações, vai desvendando o grande enigma que é o ser humano em sua natureza e conflitos.

 

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